*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*BEM VINDOS AO JOB BRAZIL! *.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*
Obrigado por visitar nosso blog. Aqui temos comentários, notícias e atualidades sobre o mercado profissional brasileiro. Participe, envie um Post. Vamos montar uma rede, trocar opiniões e informações. Vamos identificar os sites sérios, realmente voltados para o aprimoramento profissional e para quem busca oportunidades de trabalho, onde investir nosso tempo realmente traz resultados.

* . *. * . *. *. * . *. * . SEJA UM SEGUIDOR DE NOSSO BLOG E RECEBA OS UPDATES!! CLICK AÍ EMBAIXO À DIREITA .* . * . * . * . * . * . *

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Como se preparar financeiramente para uma demissão

Veja o que fazer para enfrentar esse período com a maior tranquilidade possível
 Sem planejamento para emergências, a demissão pode impactar profundamente nos planos financeiros de uma família

Pressionadas pela crise internacional e pelos fracos resultados da economia brasileira, diversas empresas vêm anunciando cortes ou reestruturações. Nos últimos meses, funcionários de grandes empresas, como IBM, TAM, Itaú, Santander, passaram por demissões, experiência que pode desestruturar todos os planos financeiros de uma família.

Gastos mensais precisam ser revistos e planos de cursos, viagens, troca de carro, aquisição ou quitação de um imóvel são deixados em segundo plano. "Poucos profissionais pensam na possibilidade da demissão ou fazem reservas financeiras para o caso de isso acontecer", afirma o educador financeiro Mauro Calil, fundador da Academia do Dinheiro, de São Paulo.

Mas a mais nova pesquisa Práticas de Demissões de Executivos, da consultoria Lens & Minarelli, divulgada em setembro, mostra que os profissionais deveriam considerar  com maior atenção o risco de uma demissão. Os números mostram que a rotatividade só está aumentando.

Um dos sinais disso, por exemplo, é o aumento da proporção de executivos que já amargaram mais de um corte. "Em 2010, eles eram 44%. Em 2012, 52% deles já estavam passando por sua segunda demissão", comenta Mariá Giuliese, diretora executiva da consultoria.

O estudo também identificou a redução do pacote de benefícios pós-demissão. Em 2005, 70% das empresas davam gratificações em dinheiro aos demitidos. No ano passado, apenas 25% das companhias fizeram isso. "A concessão de benefícios está cada vez mais limitada ao que a lei determina, por isso, mais do que nunca é preciso se preparar", aconselha Mariá.

Foi justamente por não imaginar que a demissão um dia bateria à sua porta, que o executivo Maurício Oliveira, de 28 anos, jamais se preocupou em guardar dinheiro para essa finalidade. O carioca, que vive em São Paulo desde 2007, recebeu no começo do ano um convite para mudar de emprego e ocupar um cargo de consultor sênior em outra companhia.

Três meses depois, a empresa não quis manter o contrato e Maurício ficou sem emprego. Como não tinha nenhuma reserva, ele teve de colocar o carro à venda  e sua mulher, Taiana Melo, cancelou a matrícula no MBA que começaria. "Todo o nosso planejamento era com base naquele emprego, e não deu tempo sequer de começar", diz.

Por sorte, contrariando as estatísticas que indicam o prazo médio de seis meses para se recolocar, Maurício conseguiu um novo trabalho em apenas um mês e foi contratado pela multinacional Oberthur Technologies para um cargo de média gerência. Da demissão, ele tirou como lição a necessidade de fazer uma poupança para momentos emergenciais como esse. "Minha mentalidade mudou. Desta vez, eu e minha esposa nos propusemos a guardar 30% de nossa renda por quatro meses, caso um dos dois fique fora do mercado", revela.

Reserva anual
Segundo Mauro Calil, a proteção composta de fundo de Garantia do Tempo de serviço (FGTS) e seguro-desemprego não costuma ser suficiente para manter o padrão de vida dos executivos. Por isso, ficar desempregado pode impactar fortemente a rotina da família. "Recomendo fazer um colchão financeiro em renda fixa,  que cubra o mínimo de 12 meses de suas despesas. se o seu gasto anual é de 60.000 reais, você terá de ter essa quantia em renda fixa", explica.

Como é impossível somar esses recursos de uma hora para a outra, planejamento e assiduidade são fundamentais. "No primeiro mês, reserve 1% dos vencimentos, no segundo mês, 2%, no terceiro, 3% e assim por diante, até que tenha o hábito de salvar ao menos 10% mensalmente", diz.  Bônus, 13º salário e participação nos lucros (PLR) devem entrar nessa poupança.

Foco para não errar
Foi por ter um grande controle financeiro que a advogada Elisabeth Eusébio de Moraes, de 33 anos, de São Paulo, conseguiu manter-se serena após um inesperado desligamento da empresa de siderurgia em que trabalhava havia cinco anos como advogada sênior. "Na primeira semana foi terrível. Eu ficava me perguntando o que tinha feito de errado", lembra.

Mas como tinha reservas suficientes para cobrir suas despesas por um ano, Elisabeth teve tranquilidade para realizar cursos que lhe devolveram a autoconfiança. Após quatro meses de busca, a advogada foi contratada pela FMC, empresa da área química, como consultora jurídica de negócios no Brasil e na América Latina. "Fez diferença ter segurança e encarar o desemprego como uma situação temporária", diz.

Para Daniel Cunha, sócio-diretor da Exec, consultoria de desenvolvimento, por maior que seja a ansiedade nessa fase, não se deve aceitar cargos sem relação com seu projeto de carreira ou com remuneração inferior. Isso porque a tendência é que a pessoa continue buscando outra posição, comprometendo seu desempenho na nova função.

A boa notícia é que, para alguns especialistas, não devem acontecer mais demissões de larga escala neste fim de ano ou no começo de 2014.

Para Wilson Amorim, professor da Fundação Instituto de Administração (FIA), o momento não é de crescimento, mas tampouco devem ocorrer grandes cortes.  "Não é hora de expansão de negócios, mas de manutenção", avalia. Mesmo diante de um cenário mais otimista, vale a pena manter a moderação e incorporar as lições de planejamento.

*Karina Fusco, da Você S/A.


domingo, 29 de setembro de 2013

Melhores Empresas Para Trabalhar 2013


Já foi comprovado que um ambiente de trabalho saudável gera diversos benefícios para a empresa e seus funcionários. Com o objetivo de levantar quais são as melhores empresas para trabalhar, algumas entidades se voltam para avaliar as melhores empresas para se trabalhar no Brasil e no mundo.
 


Neste segundo semestre foram divulgadas os resultados destas apurações, que levam em conta várias dimensões como: Credibilidade, Respeito, Imparcialidade, Orgulho, Camaradagem e também algumas práticas de gestão como formas de Contratar e receber, Inspirar, Falar, Ouvir, Agradecer, Desenvolver, Cuidar, Celebrar e Compartilhar.

 
Estas listas são excelentes referências para pessoas que buscam entender melhor onde estão as melhores oportunidades, à partir do entendimento sobre as empresas que são melhores avaliados por seus empregados e pelo mercado. Afinal, oferecer aos colaboradores a chance de sonhar, de crescimento pessoal e de realização profissional fazendo o que gostam são algumas das características em comum das principais premiadas.
Estou postando abaixo duas destas listas para que você possa entrar nos sites e verificar:
 
1. Ranking Employees' Choice  (Opção dos Empregados). O ranking Employees' Choice - 50 Melhores Lugares para Trabalhar em 2013 é escolhido a dedo pelos próprios funcionários.Diferente de outras premiações que levam em consideração diversos requisitos, o ranking do site apenas se baseia no feedback e comentários compartilhados pelos funcionários na rede social ao longo do ano de 2012.
Site do InfoMoney com a lista do Employees' Choice: http://migre.me/geD5a
 
2. Ranking ‘As Melhores Empresas para Trabalhar 2013’, parceria entre a revista ÉPOCA e o instituto Great Place to Work (GPTW) - Brasil", em associação com a revista Época. A relação esta dividida entre Nacionais Médias e Pequenas (entre cem e 999 funcionários), Multinacionais Médias e Pequenas (também entre cem e 999) e Grandes (nacionais ou multinacionais com mais de mil funcionários).
Site da GPTW (Great Places doWork): http://migre.me/geD1r

Boa navegada!!
 
 
 

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

O Uso de Palavras-chave em seu Currículo

Muitos profissionais também estão preocupados em redigir um currículo atraente para impressionar o recrutador

Ao longo da carreira profissional, investir em capacitação e especialização, reciclar conhecimentos adquiridos, fazer cursos de idiomas e informática e obter experiência costumam ser anseios comuns das pessoas que buscam se inserir no mercado de trabalho cada vez mais competitivo. Na procura por um emprego, além de batalharem para ter sucesso na entrevista, muitos profissionais também estão preocupados em redigir um currículo atraente para impressionar o recrutador.

Com a chegada da era digital, o acesso das empresas a informações sobre competências e habilidades de um candidato tornou-se muito mais prático, graças à consulta de currículos cadastrados em sites especializados. Nessa hora, informar palavras-chave relacionadas à área de atuação é um diferencial, pois elas são utilizadas como filtros na busca de funcionários pela internet. Isso significa que usá-las de forma adequada no currículo aumenta consideravelmente as chances de ser encontrado, conforme o perfil profissional desejado pelas corporações.

Ao disponibilizar uma vaga, as empresas delimitam as características ideais para o seu preenchimento, que englobam desde cargo almejado e lugar onde vive até critérios como idade, formação, tempo de experiência e domínio de idiomas. Por isso, é recomendado que o candidato pense em vocábulos que sintetizem a profissão, como títulos, funções e especialidades, destacando terminologias frequentemente usadas em cada área. Não economize nos detalhes dessas expressões, pois quanto mais específicas e utilizadas elas forem, maiores serão as chances de aparecer no buscador. Mas cuidado: nunca afirme algo que não domina, pois depois certamente será cobrado por isso.

Caixa separar currículos
As empresas delimitam as características ideais para o seu preenchimento
Seja qual for o campo de atuação, é preciso estar atento a essas dicas. Pode até parecer exagero, mas o uso de palavras-chave tem contribuído para o sucesso das carreiras profissionais por ser um meio eficaz de potencializar o currículo e garantir maiores oportunidades de entrevistas aos candidatos.

Para ajudar aqueles que ainda não sabem como utilizar palavras-chave corretamente, alguns termos de campos distintos podem ser tomados como direcionamento.

Os profissionais de vendas e negócios, por exemplo, podem usar as expressões:
  • atendimento ao cliente,
  • varejo
  • reuniões
  • marketing de produto
  • assistência técnica
  • metas
  • comunicação estratégica
  • fechamento de caixa
  • pós-venda
  • administração de carteira de clientes.

Já para o pessoal de tecnologia, recomendo uso de vocabulários específicos da informática, a exemplo de:
  • Lan Switches
  • FTP
  • HTML
  • Linux
  • Windows
  • intranet
  • protocol
  • banda larga
  • servidor
  • browser
  • banco de dados.

Nas funções ligadas à administração, costumam ser usados: balanço, gerência de projetos, controle de inventários, apresentação de resultados, suporte ao cliente e prestação de contas. Enquanto as expressões desenvolvimento organizacional, treinamento e desenvolvimento, relações trabalhistas, plano de carreira, recrutamento e seleção são adequadas para quem tem experiência na área de recursos humanos.
*Villela da Matta


segunda-feira, 10 de junho de 2013

25 livros que ajudam a recuperar a motivação para o trabalho

Confira as dicas de leituras de seis especialistas para retomar a inspiração e a motivação durante o expediente. Neste post vou colocar as primeiras cinco dicas:

1. Getting Things Done. A Arte de Fazer Acontecer
Autor: David Allen - Editora: Elesevier
As orientações do autor são no sentido de aumentar a produtividade e diminuir o estresse. “Este livro ensina práticas de gestão de tempo modernas que auxiliam a redução do stress e a colocar foco em resultados”, diz a coach Mariella Gallo.

2. Motivação 3.0 - Os Novos Fatores Motivacionais que Buscam Tanto a Realização Pessoal quanto Profissional
Autor: Daniel Pink - Editora: Campus
Os Novos Fatores Motivacionais que Buscam Tanto a Realização Pessoal quanto Profissional
“Para quem anda desmotivado profissionalmente, Motivação 3.0 pode ser inspirador, o autor Daniel Pink analisa alguns estudos e experimentos e conclui que as técnicas de motivação do tipo recompensa-punição já não servem mais, pelo contrário, podem prejudicar o desempenho”, diz Conrado Schlochauer, sócio-diretor do LAB SSJ, consultoria de educação corporativa.
De acordo com o autor, as práticas da Motivação 3.0 incluem 3 elementos fundamentais: autonomia - - a possibilidade de dirigir a própria tarefa, o próprio trabalho, a própria vida – excelência - vontade de ser cada vez melhor em algo relevante – e propósito- fazer a tarefa em nome de algo maior.
“Depois da parte teórica, o autor também dá dicas e estratégias para despertar a motivação”, diz Schlochauer.

3. O líder 360 graus
Autor: John Maxwell - Editora: Thomasnels
O livro mostra como é possível influenciar colegas, subordinados e até os chefes. “Este foi um dos melhores livros que li. Ajudou-me a perceber que podemos desenvolver a nossa influencia na organização e nas pessoas independente do cargo exercido”, diz Marcela Mange Niemeyer, gerente de desenvolvimento organizacional, da Universidade Anhembi Morumbi, que recomenda a leitura.

4. Desafiando o Talento
Autor: Geoff Colvin  - Editora: Globo
O autor, jornalista e editor da revista Fortune, confronta a questão do talento inato x trabalho duro mais desempenho extraordinário. “Ele chega a fantásticas conclusões altamente motivadoras para quem de fato acredita que, mesmo não tendo sido agraciado com um elevado QI ou talento nato, pode se tornar um profissional bem sucedido na vida”, diz Fernando Montero Capella, diretor da Capella RH.

5. Pipeline da Liderança- O desenvolvimento de líderes como diferencial competitivo
Autores: Ram Charan, James Noel e Stephen Drotter - Editora: Campus
“Recomendo este livro porque demonstra claramente quais habilidades, atitudes e ações são esperados dos colaboradores conforme vão assumindo novas posições na organização”, diz a coach Mariella Gallo. Para ela, ter o seu papel bem claro dentro da organização hierárquica ajuda a diminuir a ansiedade e aumenta a disposição e motivação.

*Camila Pati é repórter




terça-feira, 7 de maio de 2013

Os Erros que as Mulheres Cometem


Vejam alguns deslizes das mulheres quando alcançam o topo na liderança       

 Se você pensava que a jornada até o topo era dura, nada se compara à dificuldade de permanecer lá. Eu vejo muitas mulheres competentes alcançar o topo, apenas para falhar e vir despencando abaixo. O que elas fazem de errado? Quando são chefes no clube dos meninos ou em um clube de homens esclarecidos, não podem esquecer que eles continuam sendo homens. Quando homens permitem que uma mulher os lidere, há restrições envolvidas. Elas não são um deles, e os homens ficam cautelosos com mulheres – pelo menos por um tempo. É como se esperassem que a mulher cometesse um deslize para dizer: “Aha! Eu sabia que ela ia falhar!”

Cinco erros clássicos que as mulheres cometem - Elas falham quando cometem um ou mais dos cinco erros clássicos:

Ficam embriagadas pelo poder.
Quando alcançam o topo, parece que elas esquecem todas as habilidades de negociar que as levou até lá. A democrática paciência “feminina” é substituída pelo mais eficiente despotismo “masculino”. Parece muito mais fácil apenas dizer às pessoas o que têm de fazer do que manter a negociação para uma colaboração pacífica. Ninguém espera que um homem seja protetor, então ele não é punido quando falha em acolher. Espera-se que as mulheres sejam cuidadosas e colaborem quando chegam ao topo; e quando falham quanto à isso, é como se tivessem traído uma confiança. Aí perdem seus seguidores.

Eu já vi acontecer. Já promovi mulheres por sua capacidade de liderança só para vê-las tornarem-se pessoas diferentes ao assumir o comando. Lealdade torna-se mandatório para elas – não algo que têm de tentar conquistar. Grandes líderes sabem disso para liderar, eles devem ter seguidores ávidos e com vontade. Isso é crucial, especialmente para mulheres. Mas não se pode achar que isso é um direito ou uma coisa certa, mesmo que venha com a sala do canto.

Param de ler o ambiente.
Já vi isso acontecer repetidas vezes. Há uma arrogância que surge em ser o cão que comanda. De repente todo mundo está tentando ler você, tentando prever as suas intenções, puxando o seu saco. Este poder imediato dá a você um falso senso de segurança, e você baixa a guarda. Mas só porque você possui um papel de liderança não significa que você seja invencível. As pessoas que seguem você podem (e vão) agarrar você se não fizer o trabalho que elas esperam que você faça. Nunca pare de interpretar o ambiente e de fazer a distinção entre as pessoas que observam você para proteger e as que fazem com a intençao de atingir você.

Se você foi trazida de fora, sua habilidade em entender a nova cultura é a primeira lição de sobrevivência. Se você atuar de forma dominadora com os homens que deve liderar, eles sempre vão encontrar formas de desacreditar você, às vezes com insinuações. É a arma do covarde, porque você nunca pode prever. Se você é muito dura e não os faz ricos, o mais rápido possível, eles encontrarão uma forma de remover você. Você sabe que é assim. Sai todos os dias na imprensa.

Tornam-se verdadeiras FdP.
Não estou falando de ser dura ou firme. Estou falando de ser uma verdadeira FdP mesmo. Às vezes esta é uma característica escondida e não aparece até que a mulher ocupe uma posição de liderança, mas esse tipo de mulher é fácil de detectar. Elas tratam seus subordinados mal e os mantém fora das principais ações, longe do grupo de influência. Em vez de delegar responsabilidade, elas fazem microgestão e não permitem que as pessoas que trabalham para elas façam seu trabalho. Um exemplo clássico deste comportamento esta no filme O Diabo Veste Prada, onde  Miranda Priestly (Meryl Streep) leva todos que trabalham com ela à loucura e a odiá-la com todas as forças.
Mulheres que são FdP não escutam ninguém e fazem estoque de informação porque informação é poder. Mas a pior coisa que essas mulheres fazem é tratar as mulheres que trabalham para elas pior do que tratam os homens. As mulheres podem ser fortes e mesmo adotar muitas das características masculinas que admiram nos homens; só não podem abandonar suas características femininas. Há atributos masculinos que são essenciais para serem aprendidos caminho acima, mas eles devem ser moderados quando finalmente se assume o controle. Ser decidida é importante porque a liderança top-down funciona bem, mas há diferentes expectativas quanto a gênero. Este é um critério duplo: existe uma expectativa quanto ao comportamento das mulheres, espera-se que elas se comportem de uma certa maneira e, quando não correspondem à essa expectativa, são criticadas. Por exemplo, uma mulher pode ser acusada de ser muito mandona porque espera-se que ela seja colaborativa. Assim, quando é mais decidida as pessoas se ressentem. Essas qualidades de liderança são distintivos de honra para um homem. Em uma chefe mulher, isso é considerado antipático. Tudo bem ser decidida, corajosa e focada — desde que seja também colaborativa, cuidadosa e tenha empatia. É o preço que as mulheres têm de pagar.

Assumem o controle, mas não fazem chover.
Ser um CEO tornou-se uma ocupação perigosa. Dizem que, no topo, homens e mulheres são mantidos pelos mesmos critérios: Faça dinheiro ou caia fora. Roube dinheiro e vá preso. Vi um blog na internet com a seguinte declaração: “Como cinco mulheres CEOs destruíram a confiança na economia dos EUA.” Não há uma lista de cinco homens que estragaram tudo. Há dois pesos e duas medidas, e ninguém discute com o homem todo-poderoso.

Esquecem que têm de ser melhores que os homens.
Quando as mulheres chegam ao topo, se esquecem disso. Enquanto homens e mulheres forem diferentes e lutarem uns com os outros por altas posições, sempre haverá um duplo critério. Tudo o que os homens e as mulheres fizerem será julgado de forma diferente. Você pode se ressentir disso, lamentar a respeito, mas isso nunca vai mudar. As mulheres devem sempre ser mais inteligentes no trabalho, pensar melhor, gerenciar com mais humanidade e ser mais pacientes que os homens. Muitos dos nossos atributos femininos são exclusivamente nossos. Ou os homens não podem ser como as mulheres (não têm a mesma intuição, por exemplo) ou não querem ser como elas (lembre-se, a empatia não é seu forte — eles dão menos atenção aos sentimentos alheios). Ao manter suas qualidades femininas, as mulheres podem governar um lugar mais feliz do que qualquer homem. Não importa quem sejam, as mulheres devem lutar com equilíbrio.

Em um discurso, Jim Patterson disse: “Pense a vida como se fosse um jogo de malabarismo com cinco bolas: Trabalho, Família, Saúde, Amigos e Integridade. Você tenta manter todas as bolas no ar. Um dia você nota que Trabalho é uma bola de borracha. Você a deixa cair e ela quica de volta. As outras quatro bolas são feitas de vidro — deixe uma cair e ela ficará irrevogavelmente marcada, arranhada, trincada ou estilhaçada. Quando você enxerga isso, você se empenha pelo equilíbrio em sua vida.” O maior perigo para mulheres que batalham pelo sucesso nos negócios é misturar as bolas.

* Nina DiSesa é Chairman da McCann Erickson de Nova York e autora do livro Seducing the Boy’s Club.