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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Candidatos X Rede Social

Maioria dos recrutadores rejeita candidato por conteúdo em rede social
O conteúdo compartilhado nas redes sociais pode ser responsável tanto pela eliminação quanto pela contratação de um profissional, aponta pesquisa feita pela Reppler, consultoria especializada em gerenciamento de imagem nas mídias sociais. Segundo levantamento realizado com 300 recrutadores americanos, 69% deles já rejeitaram candidatos baseados em informações encontradas em sites como LinkedIn, Facebook e Twitter. Ao mesmo tempo, um número semelhante (68%) diz já ter contratado pessoas por causa da boa impressão causada pelos perfis criados nessas redes.

No caso de rejeição, as razões dadas pelos recrutadores para não contratar variam e vão desde aspectos da vida pessoal compartilhados nas redes, como postagem de fotos e comentários impróprios, discriminatórios ou relacionados ao uso de drogas e álcool, até “gafes” profissionais, como comentários negativos sobre empregadores anteriores, compartilhamento de informação confidencial de trabalhos passados e mentiras sobre qualificações. Também é motivo para não contratar, segundo os pesquisados, a falta de habilidade para se comunicar nas redes sociais.

Para a presidente do grupo DMRH e colunista do Valor Sofia Esteves, um exemplo comum de comentário em rede social que pode ajudar ou prejudicar, dependendo da abordagem escolhida pelo usuário, é a crítica. Postar análises e comentários construtivos e embasados passa a informação ao recrutador de que o candidato sabe se comunicar. “Mas tem gente que exagera, usa palavra de baixo calão, o que prejudica a imagem profissional”, explica Sofia. Falar mal de empregadores anteriores e reclamar demais do emprego atual também são erros graves, assim como criar um perfil em um site de relacionamento profissional enquanto ainda está empregado e deixar transparecer que a única intenção é procurar outra vaga. “Se você tiver dúvida se deve ou não postar algo, é preciso se perguntar se você falaria aquilo ao vivo”, completa a consultora.

Estar presente nas mídias sociais apenas para “entrar na onda”, sem compreender exatamente como utilizá-las, também pode causar prejuízos. “Se você não souber se comunicar direito nas redes, melhor nem estar ligado a elas”, explica a consultora sênior da DMRH Giuliana Hyppolito. Para ela, que é responsável pela área de mídias sociais na DMRH, o melhor, nesse caso, é não se expor.

Entre os recrutadores que dizem ter contratado pessoas depois do que viram nas redes sociais, a pesquisa aponta que as principais razões foram a boa impressão passada pelos perfis em relação à personalidade e organização, o fato de o perfil confirmar as qualificações profissionais, mostrar criatividade, boa comunicação e dinamismo, além de apresentar boas referências e prêmios recebidos pelo candidato.

Mais de 90% dos recrutadores consultados dizem usar os sites de relacionamento para pesquisar mais sobre os candidatos. Desses, quase metade (47%) costuma fazer a investigação on-line logo após o recebimento do currículo. Cerca de um quarto (27%) o faz depois da primeira conversa e 15% só checam as redes sociais após seguidas conversas, que detalham melhor o perfil do profissional.

Para detectar aspectos positivos ou negativos dos candidatos, 76% utilizam o Facebook, 53% preferem o Twitter e 48%, o LinkedIn.

Letícia Arcoverde | Valor Online- 04/11/2011

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Gestão de Projetos: uma realidade

A busca pela perpetuação e progressão das organizações está, a cada dia, fazendo com que os administradores parem e repense a forma de aplicar as técnicas de gestão já conhecidas no ambiente corporativo.
Além disso, a busca por novas técnicas, capazes de produzir mais com menos recursos, tem sido constante.
E quando se fala em técnicas de gestão, é impossível não citar a gestão de projetos. Mas, afinal, o que é um projeto?
Segundo o Guia PMBOK® (Project Management Body of Knowledge), documento responsável pela orientação acerca das boas práticas de gestão de projetos, utilizado pelo PMI® (Project Management Institute), numa definição objetiva, um projeto é "um esforço temporário, empreendido para criar um produto, serviço ou resultado exclusivo".
Um bom projeto possui um planejamento bem estruturado, com prazos bem definidos, processos de execução bem controlados, assim como objetivos claros a serem atingidos por pessoas com competências técnicas adequadas ao propósito.
A meu ver, para o sucesso de um projeto, a etapa de planejamento é fator preponderante, considerando que, geralmente, trabalha-se com recursos limitados, com prazos apertados.
Em um projeto, todos os riscos devem ser estudados, todas as chances de fracasso devem ser consideradas e tratadas, e é na etapa de planejamento que isso é realizado. Inclusive, na opinião de Ricardo Vargas, sumidade na área de projetos, em projeto o segredo não é fazer as coisas darem certo, mas, sim, minimizar os problemas.
Se tivermos um pensamento bem estruturado, recursos bem alocados, análises de risco bem feitas, as chances de se obter sucesso são muito maiores. Afinal, apagar 'incêndios', ter retrabalho, custa muito, muito caro.
O mercado está aquecido na área de projetos, projetos estão presentes em todo lugar, e os administradores precisam se adequar a essas demandas.
Segundo pesquisas, organizações consideradas altamente maduras na gestão de projetos, cujas técnicas já estão bem consolidadas, têm quase 100% de chances de sucesso em cada projeto desenvolvido.
Os conceitos estão aí e os resultados têm sido apresentados.
É preciso estudar e aplicar as técnicas da gestão de projetos, a fim de gerar crescimento e agregar mais valor ao negócio e, consequentemente, ao país.

Davi Vieira
Universidade Anhanguera - Macaé/RJ

segunda-feira, 11 de abril de 2011

O que querem os jovens profissionais brasileiros?

Como pensam os jovens profissionais brasileiros? Foi essa pergunta que conduziu a pesquisa "Millennials 2010", desenvolvida pela consultoria MPCO e a Projeto RH sobre as preferências da *Geração Y  no Brasil.
Realizado junto a 1.412 estudantes de graduação e pós-graduação de todo o país, com idades entre 21 e 29 anos, o levantamento teve como objetivo identificar as preferências da nova geração e mostrar como o comportamento destes jovens irá influenciar o ambiente de trabalho das organizações.

O que estudam os jovens que participaram da pesquisa?
29% Administração
27% Engenharia
13% Marketing
7% Direito
6% Economia

Composta por 77 perguntas, a pesquisa envolveu universidades de São Paulo (48%), Rio de Janeiro (23%), Belo Horizonte (12%), Porto Alegre (6%), Salvador (6%) e Curitiba (5%).

"A Geração Y como um todo engloba nascidos entre 1979 e 1994. Como o estudo tem foco na carreira, o levantamento foi direcionado exclusivamente aos jovens universitários ou que fazem pós-graduação em universidades de primeira linha", afirma Marcelo Pinheiro, diretor da consultoria MPCO.

A pesquisa foi dividida em quatro partes: expectativas e motivações em relação ao trabalho; o que os jovens valorizam nos modelos de gestão das organizações e em seus líderes; o que planejam fazer profissionalmente e pessoalmente nos próximos anos; e quais as organizações que mais os atraem.

Já com relação à empresa empregadora, a nova geração busca, em primeiro lugar, oportunidades de desenvolvimento de carreira. A harmonia entre vida pessoal e profissional é a segunda característica mais buscada por esses profissionais, seguida pela oportunidade de realizar projetos e atividades desafiadoras.


Perfil dos jovens profissionais:
5 anos e 4 meses - É a experiência profissional média.
2 anos e 2 meses - Período médio de permanência nas empresas.
3,6 empregos - É a quantidade de empresas diferentes pelas quais os jovens já passaram.
44 horas semanais - É o tempo que esses profissionais trabalham por semana, com exceção dos estagiários.

A pesquisa ainda avaliou o que a nova geração espera com relação ao comportamento de seu supervisor direto. A grande maioria quer um gestor que se preocupe com o crescimento profissional da equipe. Outras características importantes, na visão dos jovens, são o respeito e a valorização aos funcionários e o "saber ouvir".

"Esses resultados, como a preocupação com as oportunidades e com uma equipe de qualidade e um supervisor que seja um bom líder, provocam as organizações a repensarem seus modelos de gestão e a desenvolverem seus líderes frente a essas novas demandas da força de trabalho, de forma a manterem-se atrativas e competitivas", afirma Pinheiro.

As empresas preferidas pelos profissionais da geração Y: a Nestlé seria o destino mais procurado, à frente da Vale e a da Petrobrás, que ocupam, respectivamente, a segunda e a terceira posição. Google, Coca-Cola, Unilever e Johnson & Johnson aparecem empatadas na quarta colocação.

Se puderem escolher uma empresa para trabalhar por segmento de atuação, os jovens irão optar por uma instituição bancária ou financeira; por departamento, a preferência fica com marketing e finanças.

Com relação às preocupações imediatas dos entrevistados, a grande maioria revelou ter interesse em investir em educação, seguido por poupar e economizar dinheiro e sustentar-se financeiramente.
Abs.,

Got

A geração Y, também chamada geração do milênio ou geração da Internet, é um conceito em Sociologia que se refere, segundo alguns autores, aos nascidos após 1980 e, segundo outros, de meados da década de 1970 até meados da década de 1990. Foi sucedida pela chamada geração Z, formada pelas pessoas nascidas desde a segunda metade da década de 90 até os dias de hoje.

terça-feira, 22 de março de 2011

Você tem orgulho do Brasil?

Muitos brasileiros acham que o mundo todo presta, menos o Brasil. Claro que temos muitas coisas para melhorar, mas já avançamos muito e avançamos mais à cada dia. Mas, realmente, parece que é ainda é um vício falar mal de nosso país.

Todo lugar tem seus pontos positivos e negativos, mas no exterior eles maximizam os positivos, enquanto no Brasil, muitas pessoas insistem em maximizar os negativos. 


Pessoal, estes comentários ruins já caíram de moda!! Já deu! Precisamos nos atualizar, "mudar o disco", como diriam meus avós. Não somos mais o país do futuro. Somos o país do presente. Só não enxerga quem não quer.

Só para termos um termo de comparação, vou citar a Holanda, exemplo de país desenvolvido. Lá, os resultados das eleições demoram dias e dias, porque não há nada automatizado. Lá, só existe UMA companhia telefônica e pasmem!: Se você ligar reclamando do serviço, corre o risco de ter seu telefone temporariamente desconectado... Sabiam disso?

E na higiene? Nos Estados Unidos e na Europa, ninguém tem o hábito de enrolar o sanduíche em um guardanapo - ou de lavar as mãos antes de comer. Nas padarias, feiras e açougues europeus, os atendentes recebem o dinheiro e, com mesma mão suja, entregam o pão ou a carne. É isso mesmo: na Espanha por exemplo, o atendente recebe seu dinheiro, e, em seguida, pega um pão direto com a mesma mão, corta sobre o balcão sujo, coloca presunto com a mão e te entrega. Sem qualquer guardanapo... Em Paris, é comum ver pessoas nas ruas com um pão embaixo do braço. Só o pão, sem sacola de papel... 


Aliás, em Paris, os garçons são conhecidos por seu mau humor e grosseria e qualquer garçom de botequim no Brasil poderia ir pra lá, dar aulas de 'Como conquistar o Cliente'.

Em Londres, existe um lugar famosíssimo que vende batatas fritas enroladas em folhas de jornal - e tem fila na porta.

Na Europa, não-fumante é minoria. Se pedir mesa de não-fumante, o garçom ri na sua cara, porque não existe. Fumam até em elevador.

Os brasileiros mais esclarecidos sabem que temos muitas razões para resgatar suas raízes culturais e termos orgulho de nosso país. Vejam esses dados da Antropos Consulting:

1. O Brasil é o país que tem tido maior sucesso no combate à AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis, e vem sendo exemplo mundial.
2. O Brasil é o único país do hemisfério sul que está participando do Projeto Genoma.
3. Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos países, a cidade do Rio de Janeiro foi considerada a mais solidária.
4. Nas eleições de 2000, há mais de 10 anos, o sistema do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) estava informatizado em todas as regiões do Brasil, com resultados em menos de 24 horas depois do início das apurações. O modelo chamou a atenção de uma das maiores potências mundiais: os Estados Unidos, onde a apuração dos votos teve que ser refeita várias vezes, atrasando o resultado e colocando em xeque a credibilidade do processo.
5. Mesmo sendo um país em desenvolvimento, os internautas brasileiros representam uma fatia de 40% do mercado na América Latina.
6. No Brasil, há 14 fábricas de veículos instaladas e outras 4 instalando-se, enquanto alguns países vizinhos não possuem nenhuma.
7. Das crianças e adolescentes entre 7 a 14 anos, 97,3% estão estudando.
8. O mercado de telefones celulares do Brasil é o 2º do mundo, com 650 mil novas habilitações a cada mês. Na telefonia fixa, o país ocupa a quinta posição em número de linhas instaladas.
10. Das empresas brasileiras, 6.890 possuem certificado de qualidade ISO- 9000, maior número entre os países em desenvolvimento. No México , são apenas 300 empresas e 265 na Argentina.
11. O Brasil é o segundo maior mercado de jatos e helicópteros executivos.

Portanto, temos muito mais motivos para nos orgulharmos, do que para falarmos mal do Brasil:
Então galera, vamos lá!
1. Por que não nos orgulhamos em dizer que o mercado editorial de livros é maior do que o da Itália, com mais de 50 mil títulos novos a cada ano?
2. Que temos o mais moderno sistema bancário do planeta?
3. Que nossas agências de publicidade ganham os melhores e maiores prêmios mundiais?
4. Por que não falamos que nosso país é o mais empreendedor do mundo e que mais de 70% dos brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável parte de seu tempo em trabalhos voluntários?
5. Por que não dizer que somos hoje a terceira maior democracia do mundo?
6. Que apesar de todas as mazelas, o Congresso está começando à punir seus próprios membros, o que raramente ocorre em outros países ditos civilizados?
7. Por que não nos lembramos que o povo brasileiro é um povo hospitaleiro, que se esforça para falar a língua dos turistas, gesticula e não mede esforços para atendê-los bem?
8. Por que não nos orgulhamos de sermos um povo que, sem deixar de fazer a sua parte, faz piada da própria desgraça e enfrenta os desgostos sambando?

É! O Brasil é um país abençoado de fato. Bendito este povo, que possui a magia de unir todas as raças, de todos os credos.
Bendito este povo, que sabe entender todos os sotaques.
Bendito este povo, que oferece todos os tipos de climas para contentar toda gente.
Bendita seja, querida pátria chamada, Brasil!!

A moda agora é outra: a moda é falar bem do Brasil!

Abs.


Got

quarta-feira, 16 de março de 2011

Como entrar na mira dos recrutadores da internet?

Profissionais que buscam novas oportunidades de trabalho já deixaram o bom e velho currículo de papel de lado. Com a internet, o foco, agora, é saber como entrar na mira dos recrutadores on-line.

"A principal dica para quem busca emprego pela internet é se fazer presente, ou seja, divulgar seu currículo nos mais variados meios de comunicação on-line, envolvendo sites pagos, gratuitos, redes e grupos sociais, blogs e sites das próprias empresas, além de utilizar os e-mails indicados por seu networking", afirma a consultora de RH (Recursos Humanos), Priscila de Ponte (há várias matéria aqui no Blog sobre este assunto. Veja por exemplo um post com uma lista de sites de headhunters e também uma matéria bem bacana chamada Conquistando o Recrutador http://lc4.in/Nuts).

Uma pesquisa realizada pela Catho Online em 2009, chamada "A Contratação, a Demissão e a Carreira dos Executivos Brasileiros", apontou que mais de 70% dos profissionais em busca de uma recolocação possuem currículo cadastrado na internet.

Nessa pesquisa, foi identificado que o networking é a principal fonte de recrutamento dos selecionadores (28% das contratações foram realizadas por esse meio). Em seguida, está a internet, (com 22,3% das contratações). O uso da web vem ganhando terreno, com um acréscimo de mais de 6%, se comparado à pesquisa de 2007.

Objetivos
"Ao analisar a internet, temos que a maioria (e para alguns cargos, todas) das contratações é realizada por meio da divulgação dos anúncios de vagas em sites de vagas e currículos, seja essa divulgação feita por empregadores, por empresas de consultorias ou agências de emprego", explica Priscila.
Segundo a especialista, a proatividade é outro fator extremamente importante para o candidato que busca emprego pela internet, pois não adianta cadastrar o currículo em um site de empregos e ficar esperando que as empresas o busquem no site.
A profissional orienta ao candidato que se preocupe com questões referentes ao layout de sua página em uma rede social ou site de empregos e, principalmente, com a extensão do currículo.
"O profissional também poderá ganhar pontos positivos ao enviar uma carta de apresentação para empresas que gostaria de atuar mas que não possuem vagas divulgadas, pois, muitas vezes, as oportunidades surgem nos lugares muito antes de anunciarem as vagas", diz.

Oportunidades
A internet é uma das principais fontes onde as empresas divulgam suas vagas. Algumas vantagens em procurar emprego pela internet são: a rapidez/facilidade com que se encontra informações; a comodidade, pois o profissional envia, da sua própria conta, seu currículo diretamente para o email das empresas anunciantes; e a eficácia (veja também aqui no Blog uma matéria sobre este assunto, mostrando que as empresas brasileiras são as que mais utilizam sites e redes sociais para recrutar profissionais http://lc4.in/6RA0).

A principal dica é buscar sites que comprovem os seus resultados, ou seja, que efetivamente mostrem que os profissionais são contratados.

Fonte: site infomoney.com.br